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Uma casa sem livros é como um corpo sem alma., Cícero

...SÓ SEI QUE NADA SEI!

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quinta-feira, 22 de abril de 2021

''O bom e o velho Rock and Roll''

 

O Rock é uma vertente musical surgida do termo Rock and Roll. Originou-se nos Estados Unidos na segunda metade do século XX, alcançando seu auge nos anos 70 e 80. O gênero é fruto de uma combinação de diversos tipos de música, principalmente a música negra, que com o passar do tempo, desdobrou-se também em outros subgêneros. Hoje em dia ganhou o mundo e mobiliza grande número de pessoas que apreciam a vertente, tendo até uma data em sua homenagem, o Dia Mundial do Rock, em 13 de julho. 

O surgimento do rock aconteceu nos EUA como consequência da mistura de outros estilos musicais, com enfoque no jazz, folk, country e rhythm and blues. As primeiras experimentações ocorreram ainda na década de 40, sobretudo em seus últimos anos, mas foi nos anos 50 que a vertente ganhou contornos mais nítidos. Os nomes que se destacaram nessa primeira fase foram: Jackie Brenston, Jerry Lee Lewis, Johnny Cash, Jimmy Preston, Little Richard, Bill Haley, Chuck Berry (esse considerado por muitos como o "pai do rock") e outros. 

 Apesar de quase sempre esquecidas, é importante pontuar a atuação das mulheres nesse contexto. Nomes como Sister Rosetta Tharpe, Memphis Minnie, Aretha Franklin e demais mulheres tiveram enorme importância para a história do rock. O rock através das décadas Nos anos 50 surge uma figura que viria a ser considerada mais tarde como "rei do rock", era Elvis Presley. 

O rapaz branco vindo da cidade de Memphis, no Tennessee, cantava no coro da igreja quando criança e recebeu influência do blues, vertente musical de origem negra. Elvis, imitando o estilo de músicos negros, deu ao rock visibilidade com uma postura "rebelde", aliando à sonoridade empolgante uma dança provocativa, tanto que foi chamado de Elvis, The Pelvis. 

 É importante salientar que, por conta de sua pele branca, Elvis teve maior espaço na mídia da época e foi melhor aceito pela sociedade conservadora americana. Ainda na década de 50, com as inovações tecnológicas, a guitarra elétrica foi criada, dando um carácter eletrizante para os concertos de rock e vindo a ser um instrumento essencial para o gênero. Nos anos 60 aparecem novos nomes na cena e o rock ganha ainda mais o coração do público. Têm destaque nesse momento: The Doors, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Pink Floyd, além das bandas The Beatles e Rolling Stones, que fizeram um sucesso estrondoso, ganhando fãs no mundo todo. 

Muito se fala sobre a origem negra do Rock. O que é a mais pura e incontestável verdade. Mas poucos sabem dizer o que é o Rock’n’Roll, como nasceu e o que aconteceu em seu surgimento e desenvolvimento. Reparem que começo o parágrafo dizendo “Rock” e posteriormente digo “Rock’n’Roll”. Não foi acaso, viu? Esse texto pretende ser um pequeno e resumido guia sobre esse capítulo do grande livro da música negra criada no século XX.

 


Laura Aidar Arte-educadora e artista visual/TODA MATÉRIA



                                                        PESQUISA: MAGNO MOREIRA 

quarta-feira, 21 de abril de 2021

A mulher psicodélica

 

VOU PINTAR UM QUADRO PRA VOCÊ ... 


EXPLODIREI MEU AMOR EM CORES MÚLTIPLAS SÓ PARA O DELEITE DAS SUAS IRAS  DESPUDORADAS 
 COBRIREI O SEU CORPO DE AZUL TURQUESA O SEU SEXO 
PINTAREI DE VERMELHO A NUCA DE BRANCO O VENTRE VERDE 
NA CABEÇA USAREI O AMARELO 
 AS NÁDEGAS SERÃO ROSAS 
AS COSTAS DEVERÃO SER PRETAS 
 AS PERNAS MARROM 

 PÉS E MÃOS CINZAS E AS OUTRAS PARTES PINTAREI DE PRATA E OURO ... 

COLOCAREI TUDO EM UMA TELA E ATEAREI FOGO ... ATÉ PERCEBER A PRESENÇA DAS CINZAS ... 
 ATÉ PERCEBER O PRETO SOBREPONDO A TODAS AS OUTRAS CORES ... ESCONDEREI O ARCO IRIS EM UM ATO COMPARÁVEL A NERO EM ROMA. 

                                                               POETA DA LUA, JUNHO DE 2009

segunda-feira, 19 de abril de 2021

poluição eletromagnética

Tendo tem vista o conjunto de observações anteriormente mencionada sbre tema, julgamos ser oportuna a formulação de algumas sugestões aos responsáveis pelo setor elétrico no país, com vistas à adoção de medidas atenuadoras do impacto acarretado pelos campos eletromagnéticos
exposição populacional contínua aos campos eletromagnéticos de baixa tensão:

a) Planejar a gradual interdição de instituições e de outros locais, onde se desenvolvam atividades infantis (creches, escolas, parques e praças públicas), situados nas proximidades de fontes de alta tensão elétrica (linhas de transmissão, estações e subestações elétricas, entre outras).

b) Desenvolver atividades rotineiras de medições de campos eletromagnéticos

de baixa tensão, de maneira a assegurar que a exposição contínua de grupos populacionais, sobretudo crianças, se mantenha em níveis menores que 2,5 µG.

c) Limitar a construção de novas linhas de transmissão, estações e subestações

elétricas à áreas geográficas suficientemente distanciadas de núcleos populacionais,

de modo que sua exposição contínua aos CEM seja menor que 2,5 µG.

d) Planejar a realocação de fontes de alta tensão elétrica situadas no perímetro

urbano de áreas densamente povoadas (transformadores, subestações, linhas de transmissão), visando obter níveis residuais



                 PESQUSA: MAGNO MOREIRA

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Mais um disco dos Beatles comemora 50 anos

Today marks the 50th anniversary of The Beatles’ final studio album Let It Be. But, of course, their last record also marks their break-up and the disputes between the Fab Four in the run-up to its release. In fact, had Let It Be been left up to John Lennon, Paul McCartney, George Harrison and Ringo Starr, the album may well have never seen the light of day.

Mais uma preciosidade do rock completa 50 anos em 2020, refiro - me ao álbum Let it be dos Beatles.O disco "Let It Be", último LP lançado pelos Beatles, completa 50 anos  em 2020.

A 12ª obra do Fab Four, que liderou as paradas no Reino Unido e nos Estados Unidos, chegou às lojas quase um mês após a separação do grupo O disco, no entanto, não foi o último gravado por eles. Isso aconteceu com "Abbey Road", que foi lançado, antes, em setembro de 1969. O Let it be na opinião desse intrépido e incauto  blogueiroLet it be é o  melhor disco da banda.

 

                                por Magno Moreira em 09/2020.

terça-feira, 4 de agosto de 2020

A utopia de More

A utopia é um livro instigante, esse intrépido e incauto blogueiro que vos escreve está relendo essa obra prima da literatura,imagino que li ''A utopia'' nos anos 90
 

O termo Utopia foi criado pelo inglês Thomas More para intitular um romance filosófico em 1516. Para compor a palavra, Thomas More juntou duas palavras gregas: "ου" (não) e "τοπος" (lugar), ou seja, se formos interpretar a palavra seguindo sua etimologia, Utopia significa um lugar que não existe na realidade. No entanto, a obra tornou-se tão célebre que o termo foi considerado uma espécie de gênero de escrita caracterizado por conter como principal tema uma organização política e/ou social ideais, geralmente em contraponto a uma organização política e/ou social atuais.

Por exemplo, se um autor vive sob um regime totalitário e escreve uma obra sobre uma sociedade que não existe representando por meio dela uma forma de governo considerada ideal, é possível que ele tenha escrito uma utopia, mesmo que sua obra não esteja diretamente vinculada à filosofia. Também pela definição posterior do termo, como gênero, podemos entender que a obra “A República” de Platão, embora escrita antes da obra de More e, portanto, antes da palavra ter sido inventada, trata-se de uma utopia, pois nela mostra-se a criação de uma cidade governada por reis-filósofos para responder à questão “o que é justiça?”.

Uma das marcas que indicam, em uma obra filosófica, a diferença entre uma utopia e uma Filosofia Moral ou Política é a exposição do pensamento: em vez de o autor de uma utopia trabalhar com conceitos e argumentos, ele expõe os conceitos aplicados a uma situação concreta. Por exemplo, Thomas More cria uma ilha-reino, com a geografia descrita provavelmente a partir de narrativas sobre a América, em que demonstra como seria aplicável uma sociedade sem propriedade privada e sem intolerância religiosa, na qual a razão é o critério para estabelecer condutas sociais e não o autoritarismo do Rei ou da Igreja – que, em seu contexto histórico, a Inglaterra do século XVI, estavam reunidos na figura de Henrique VIII, chefe de Estado e da Igreja Anglicana, criada por ele como forma de reverter a proibição da Igreja Católica ao seu novo matrimônio com Ana Bolena.

A Utopia de Thomas More

Thomas More, também conhecido pela forma latinizada do seu nome, Thomas Morus, foi um homem bastante influente na sua época, ocupando inclusive o cargo de Chanceler de Henrique VIII da Inglaterra. Estudou em Oxford, onde conheceu outro pensador importante do período, Erasmo de Roterdã que dedicou a ele sua principal obra, “Elogio da loucura”, e com quem estabeleceu correspondência. Ambos, humanistas e leitores dos filósofos clássicos, com grande simpatia por aquilo que diziam os estoicos e epicuristas, contestavam a tradição escolástica e queriam promover uma educação política que permitisse que as pessoas tivessem liberdade de pensamento. Essa base lançada por eles foi um terreno frutífero para a discussão filosófica posterior.

Justamente por prezar a liberdade de pensamento, More foi condenado à prisão por traição e, depois, à morte por manter-se firme em sua recusa ao novo matrimônio de Henrique VIII que contrariava um dos dogmas da Igreja Católica, a qual pertencia, e segundo o qual diz-se que só é possível contrair um novo matrimônio em caso da morte do cônjuge.

A religião em Utopia

Apesar de ter se oposto tão firmemente à Igreja Anglicana criada pelo rei, em Utopia todos têm liberdade religiosa e apenas deveriam ser vistos com desconfiança aqueles que não professavam nenhuma fé. Isso porque, na obra de Morus, a fé é consequência da razão e instrumento para exercício da justiça: os utopianos acreditam em Deus porque, pela razão, reconhecem que sua existência depende dele; a crença em um julgamento futuro faz com que todos se apliquem a exercer a justiça e a não se entregarem a prazeres de forma desregrada. Ou seja, aos utopianos é recomendada a fé em Deus, mas podem discordar a respeito de sua identidade.

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A religião de Utopia é formada a partir de preceitos do cristianismo e, também, de escolas filosóficas como o estoicismo e o epicurismo. Tem três verdades básicas:

1) A fé na existência de um ser supremo, como já foi dito;

2) A providência de Deus em relação aos homens é amável;

3) A fé na providência e na retribuição futura para a alma, que é imortal.

O bem comum, a divisão do trabalho e a propriedade privada

Um dos pontos principais de Utopia é a preocupação com o bem comum ao qual se submete o bem individual. Para tanto, os utopianos preferem a divisão dos bens entre todos, pois acreditam que isso garantiria a abundância para todos e não a concentração de riquezas nas mãos de um grupo pequeno. Diz Morus:

“É minha convicção firme que uma distribuição segundo critérios de equidade ou uma planificação justa das coisas humanas não é possível sem eliminar totalmente a propriedade privada. Enquanto ela subsistir, estou convencido de que há de continuar sempre a haver, entre grandíssima parte da humanidade e entre a melhor parte dela, o fardo angustiante e inelutável da pobreza e da miséria.” (MORVS, 2006, p. 479).

Por meio da divisão do trabalho, todos trabalhariam apenas o necessário para garantir o bem geral, pois do mesmo modo que ninguém trabalharia para outra pessoa, ninguém poderia se esquivar da sua responsabilidade. Até os viajantes deveriam trabalhar antes de serem alimentados. Em caso de haver produção além da necessidade de consumo, as horas de trabalho seriam reduzidas. A esse respeito, diz Morus:

“Se todos trabalhassem, a carga horária diminui para todos. Havendo seis horas apenas para trabalhar, [...] esse tempo é suficiente para produzir bens abundantes que bastem para as necessidades e que cheguem não apenas para remediar, mas até sobrem” (MORVS, 2006, p. 507).

Geografia da ilha de Utopia e organização político-social

No segundo livro, descreve-se a ilha como um semicírculo de quinhentas milhas de arco onde existem cinquenta e quatro cidades organizadas a partir da estrutura familiar. Na capital, há trinta famílias, cada uma dirigida por um filarca, o mais idoso e, em tradução literal, “aquele que a ama” (MORVS, 2006, p. 517). O principal papel do filarca é mediar a participação da população nas decisões políticas, mas sua função é supervisionar o trabalho e evitar a preguiça. Pratica-se a monogamia e todos sabem quem são seus filhos. No entanto, cada família nuclear é integrada às outras famílias com quem tenha laços de sangue. Cada família, entendida nesse contexto mais amplo, contém entre dez e dezesseis adultos na cidade e até quarenta no campo. Resumindo

A palavra “Utopia” aparece pela primeira vez na obra homônima de Thomas More. Significa “não lugar”, ou seja, um lugar que não existe na realidade.

Posteriormente, “Utopia” passou a ser considerado uma espécie de gênero de escrita caracterizado por conter como principal tema uma organização política e/ou social ideais, geralmente em contraponto a uma organização política e/ou social atuais.

A ilha-reino criada por Thomas More teve seu nome derivado de Utópos, seu descobridor.

A geografia da ilha foi descrita provavelmente a partir de narrativas sobre a América.

A “Utopia” é descrita como um semicírculo de quinhentas milhas de arco onde existem cinquenta e quatro cidades organizadas a partir da estrutura familiar:

Na obra, em estilo irônico e narrada pelo personagem Rafael Hitlodeu, Thomas Morus demonstra como seria aplicável uma sociedade sem propriedade privada e sem intolerância religiosa, na qual a razão é o critério para estabelecer condutas sociais e não o autoritarismo do Rei ou da Igreja.


Por Wigvan Pereira
Graduado em Filosofia

Brasil Escola 


 PESQUISA: MANU MOREIRA

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Ensaio de poeta


Vermelho

'Espelho vermelho, 
degredo sossego, 
bendito artelho, 
maldito segredo'


Morfina

'Rosto profano,
galope n'areia,
doce engano,
morfina na veia'


Ensaio de poeta por Max Magno em 10/04/2019

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Esfigmomanômetro

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De todos os inventos humanos após a escrita,esse aparelho me chama a atenção, me refiro ao esfigmomanômetro (português brasileiro) ou esfigmomanómetro (português europeu) é um aparelho para verificar a pressão arterial (PA). Consiste num sistema para compressão da artéria braquial.

É composto por uma bolsa inflável de borracha de formato laminar, a qual é envolvida por uma capa de tecido inelástico (braçadeira, cuff com manguito = bladder) e conectada por um tubo de borracha a um manômetro e por outro tubo, que contém uma válvula controlada pelo operador, conectado a uma pêra, que tem a finalidade de insuflar a bolsa pneumática. Usado para medida indireta da pressão arterial. Com o auxílio de um estetoscópio para a ausculta dos sons de Korotkov é possível a verificação tanto da pressão sistólica quanto da pressão diastólica.

O dispositivo foi inventado por Samuel Siegfried Karl Ritter von Basch, em 1881. O médico italiano Scipione Riva-Rocci introduziu uma versão mais fácil em 1896. Em 1901, Hervey Cuching modernizou o dispositivo e popularizou-o dentro da comunidade médica.

Pesquisa - Mago Moreira